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Natal SAPO Angola



Quarta-feira, 30.11.11

Blackberry Porsche Design P9981

 

 
Este Natal seja o primeiro a presentear o seu afilhado oferecendo o telemóvel da Blackberry com design da Porsche.

Este telemóvel é o último grito da geração de telefones móveis com designs arrojados. Existem outros mas sugerimos um Porshe na mão que faz chamadas entre muitas outras coisas.

Nasceu a 8 de Novembro deste ano, pesa 155g e tem uma dimensão de 115X67X11.3mm.

É o primeiro smartphone de luxo da marca em que o seu sistema operativo é o Blackberry 7, possui um processador de 1.2GHz e o utilizador ainda pode gravar vídeos HD.

 

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Segunda-feira, 28.11.11

Zilian para arrasar

 

Não faltam oppções para se presentear a si mesma.

Para os senhores que querem fazer um bom agrado à amiga, à namorada, à mãe ou à esposa têm uma boa ideia.

Só tem que escolher o par perfeito e há um para cada mulher.

Na passagem de ano os Zilian podem arrasar.

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Domingo, 27.11.11

Quem não quer ter uns MJ?

 

Torne o seu Verão de Natal mais irreverente com os óculos de sol Marc  Jacobs.

Têm um design original, perfis esculpidos numa armação sinuosa e ondulada, com várias dimensões.

 

É uma prenda simples, de muito bom gosto e com classe.

É o swag das mulheres!

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Quarta-feira, 23.11.11

Lombo de bacalhau com broa e camarão

Ingredientes:


    800 g lombo de bacalhau
    200 g broa de milho
    3 dentes de alho
    1 ramo de coentros
    4 camarões
    1 folha de louro
    2 dl de azeite
    1 cebola
    óleo para fritar
    Sal q.b.
    Pimenta q.b.
    Piri-piri q.b.
    2 folhas de louro
    Farinha q.b.


Preparação:


Passe o bacalhau por farinha e frite em óleo bem quente.

 

Esfarele a broa de milho e misture com meio ramo de coentros picados, o alho picado e metade do azeite. Mexa bem. Coloque esta mistura por cima do bacalhau e leve ao forno até ficar dourado.

 

Coza os camarões durante 3 minutos em água a ferver temperada de sal, louro e piri-piri. Reserve.

 

Num copo misturador, deite o restante azeite e a outra metade dos coentros e triture. Regue o fundo de uma travessa com esta mistura, coloque o bacalhau com broa por cima e decore com o camarão descascado. Sirva bem quente.

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Quarta-feira, 23.11.11

A História do Pai Natal

 

 

 

Nos países nórdicos (Europa) era habitual, durante a quadra natalícia, alguém vestir-se com peles e representar o "Inverno". Essa figura visitava as casas e ofereciam-lhe bebidas e comidas, pois acreditavam que se o tratassem bem a sorte iria abençoar a casa.

 

 

Mais tarde, o Pai Natal, velhote, boémio, alegre e robusto, foi associado à figura de São Nicolau.

 

Este bispo turco teve um percurso característico, tendo ajudado os pobres e as crianças, oferecendo-lhes presentes e dinheiro. A sua generosidade deu origem à lenda segundo a qual ele visitaria a casa das crianças no dia 6 de Dezembro para lhes deixar presentes.

 

Mais tarde, as duas figuras foram associadas, embora apenas no século XIX tenha surgido uma imagem definida do Pai Natal.

 

O norte-americano Clement Moore escreveu um poema em 1822 intitulado «Uma Visita de São Nicolau» em que descrevia em pormenor a figura e desde então tem sido essa a imagem utilizada: um velhote gordinho e alegre, que se desloca num trenó puxado por oito renas e entra nas casas pela chaminé.

 

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Quarta-feira, 23.11.11

A árvore de natal como a conhecemos hoje

Entre as várias versões sobre a procedência da árvore de Natal, a maioria delas indica a Alemanha como país de origem.

 

É atribuída a novidade ao padre Martinho Lutero (1483-1546), autor da Reforma Protestante no século XVI, que, olhando para o céu através de uns pinheiros que cercavam a trilha viu-o intensamente estrelado parecendo-lhe um colar de diamantes encimado na copa das árvores. Tomado pela beleza daquilo, decidiu arrancar um galho para levar para casa.

 

Entusiasmado, colocou o pequeno pinheiro num vaso com terra e, chamando a esposa e os filhos, decorou-o com pequenas velas acesas afincadas nas pontas dos ramos. Arranjou papéis coloridos para enfeitá-lo mais um pouco. Todos ficaram pasmos ao verem aquela árvore iluminada a quem parecia terem dado vida. Nascia assim a árvore de Natal. Lutero queria, desta forma mostrar às crianças como deveria ser o céu na noite do nascimento de Cristo.

   

 

 

 

 

 

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Quarta-feira, 23.11.11

kissuto rombo

Ingredientes

3 dl de vinho branco
1 cabrito tenrinho
10 dentes de alho
Sumo de 2 limões
Gindungo q.b.
2 paus médios de loureiro
2 dl de azeite
Sal q.b.
1 colher de chá de pimenta



Preparação:

Depois do cabrito arranjado e lavado, abre-se ao meio e espalma-se, enfiando um pau da cabeça ao rabo e o outro na barriga, formando uma cruz.
Pisam-se os dentes de alho em um almofariz com o sal e o gindungo até formar uma papa.
Mistura-se bem o azeite à papa e barra-se todo o cabrito.
Rega-se com o sumo de limão e fica neste tempero de um dia para o outro.
No dia seguinte leva-se ao forno em um tabuleiro para assar e vaise refrescando de vez em quando com o vinho branco.
Depois de corado retira-se o tabuleiro do forno e serve-se acompanhado de batatas fritas ou salteadas.

 

 

Fonte: sabores.sapo.ao/

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Terça-feira, 22.11.11

Os três Reis Magos

A 6 de Janeiro celebra-se a adoração dos Três Reis Magos, Gaspar, Baltazar e Melchior que, guiados por uma estrela brilhante, levaram os seus presentes ao Menino que acabava de nascer.

A origem da Comemoração do Dia de Reis leva-nos há muito tempo atrás. Segundo a primitiva liturgia, no dia 6 de Janeiro celebrava-se a comemoração do Natal, da Epifania ou manifestação de

 

Deus, o Baptismo de Jesus e o milagre das Bodas de Canaã. Só a partir do séc. V é que a adoração dos Reis Magos começou a ser celebrada no Ocidente. Foi também nessa altura que se decidiu separar a Epifania do Natal, que passou para o dia 25 de Dezembro.

 

Inicialmente, os Reis Magos eram representados quase sempre por dois, quatro ou seis personagens e unicamente como magos. O número três só ficou estabelecido a partir do séc. IV.

 

Os nomes pelos quais hoje são conhecidos surgiram apenas um século depois e até o século VI não se encontram registos do título de reis.

No séc. XVI foi introduzido o traço racial, aparecendo pela primeira vez um Baltazar preto.

 

Os três reis foram identificados como Sem, Cam e Jafé, os três filhos de Noé, que segundo o Antigo Testamento, representavam as três raças que povoavam o mundo.

 

Desta forma, Melchior, o ancião de cabelos brancos, simboliza os herdeiros de Jafé, os europeus que oferecem ao Menino Jesus um presente de ouro que testemunha a sua realeza.

 

O louro e jovem Gaspar representa os semitas da Ásia, cujo bem mais apreciado é o incenso, símbolo da sua divindade, e Baltazar, negro e com barba, identifica-se com os filhos de Cam, os africanos, que entregam a mirra, em alusão à paixão e ressurreição.

 

A Bíblia relata como uma estrela guiou os três Reis Magos desde o Oriente e indicou o lugar onde se encontrava o Menino Jesus ao deter-se sobre o presépio. Muitas são as teorias que tentam explicar este milagre. Entre elas, está a de que se tratava do brilhante planeta Vénus, da passagem dos cometas Halley ou Hale-Bopp, de uma supernova, uma ocultação da Lua...

Uma das hipóteses mais aceites foi a proposta por Johannes Kleper em 1606. Segundo este astrónomo, tratar-se-ia de uma rara tripla conjugação da Terra com os planetas Júpiter e Saturno, passando o Sol nesse momento por Peixes.
Esta conjugação apresenta-se aos olhos do observador terrestre como uma só estrela muito brilhante. Outra hipótese mais recente é a de que se tratava de uma nova estrela brilhante observada próxima da estrela Theta Aquilae.
A estrela de Belém é relembrada situando-a tanto na representação do presépio como na ponta da árvore de Natal.

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Segunda-feira, 21.11.11

Tronco de Natal

Ingredientes

Açúcar: 100 g
Farinha: 100 g
Ovo: 4
Cacau em pó: 1 colher de sopa
Fermento em pó: 1/2 colher de café
Margarina
Açúcar
Papel vegetal

Para o recheio e cobertura:

Chocolate: 1 tablete
Nata: 2,5 dl
Margarina: 200 g

Preparação
Forre o tabuleiro do forno com papel vegetal e barre-o com margarina. Ligue o forno a 180º.
Separe as gemas das claras, bata as claras em castelo e junte-lhes o açúcar, pouco a pouco e batendo sempre até que fiquem duras e brilhantes. Adicione depois as gemas e bata até obter uma massa fofa e clara.
Misture a farinha com o fermento e o cacau e junte ao preparado anterior através de um coador. Misture delicadamente, deite no tabuleiro, espalhe e leve ao forno durante 10 minutos. Depois desenforme para cima de um pano polvilhado com açucar.
Prepare o recheio: Deite as natas para um tacho, leve-as ao lume, deixe ferver e retire do lume. Junte o chocolate partido em pedaços, deixe repousar durante 10 minutos, depois mexa até obter um creme liso e deixe arrefecer. Bata a margarina numa tigela durante 10 minutos, junte-a à mistura do chocolate, em fio e mexendo sempre até ficar um creme liso.
Retire o papel do bolo e espalhe metade da mistura do chocolate por cima. Enrole com a ajuda do pano e leve ao frio durante 20 minutos. Retire depois o pano, barre todo o rolo com o resto da mistura do chocolate, corte uma das extremidades e coloque-a por cima do bolo com efeites natalícios. Com um garfo, faça riscos leves no creme para dar o aspecto de tronco.

FONTE: SAPO Sabores

 

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Sexta-feira, 18.11.11

Origem das tradições de Natal

As origens de muitas tradições que caracterizam as celebrações modernas do Natal perdem-se nos tempos, mas é possível identificar algumas raízes pagãs e romanas da festa católica do Natal.

 

Os povos primitivos tinham rituais marcados pelas estações do ano e em Dezembro era a altura do solstício de Inverno, ou seja, o período mais frio do ano chegava a meio e, a partir daí, os dias ficam maiores e mais quentes. Para comemorar essa data, era organizada uma grande festa que poderia durar vários meses. Os países nórdicos vieram acrescentar alguns traços importantes a essa celebração como a figura do Pai Natal, cujas origens remontam a esse período.

 

A influência dos romanos faz-se sentir através de outra celebração em honra do deus romano Saturno, cujas festas eram um dos pontos altos do ano. A bebida, a comida e os divertimentos abundantes caracterizavam este período em que os rigores do Inverno eram esquecidos por alguns dias.

 

A celebração religiosa do Natal só foi iniciada no século IV quando o Papa Júlio I levou a cabo um estudo exaustivo sobre a data de nascimento de Jesus Cristo e acabou por estabelecer oficialmente o dia 25 de Dezembro para as comemorações. Posteriormente, outras celebrações que tinham por base rituais pagãos ou romanos foram adoptadas e transformadas para se inserirem no âmbito das comemorações cristãs.

 

Uma das tradições mais marcantes do Natal é a Árvore de Natal. O culto da natureza dos tempos pagãos está sem dúvida na origem da celebração da árvore, embora esta só tenha sido adoptada oficialmente para as celebrações na Alemanha em 1539. Mais tarde, a árvore passou para todo o mundo, principalmente através dos casamentos celebrados entre famílias reais e que levaram a uma propagação do costume a outros países europeus e depois ao resto do mundo através da colonização.
O elemento religioso foi introduzido através da escolha de motivos piedosos para a decoração das árvores como as velas (actualmente luzes eléctricas), os anjos e a estrela, que é costume colocar no topo e representa a Estrela de Belém que terá guiado os Reis Magos. Na maioria dos países, a árvore utilizada é um abeto, uma árvore de folha perene que se mantém viçosa no Inverno, mas, em Portugal, por exemplo, o pinheiro é mais usado por ser mais vulgar no tipo de clima do país.

 

 

 

O Pai Natal é uma figura importante em qualquer celebração de Natal e a sua origem é bastante antiga. Nos países nórdicos, era costume alguém vestir-se com peles e representar o "Inverno". Essa figura visitava as casas e ofereciam-lhe bebidas e comida, pois acreditavam que se o tratassem bem a sorte iria abençoar a casa. Mais tarde, o Pai Natal, velhote, boémio, alegre e robusto foi associado à figura de São Nicolau. Este bispo turco teve um percurso característico, tendo ajudado os pobres e as crianças, oferecendo-lhes presentes e dinheiro. A sua generosidade deu origem à lenda segundo a qual ele visitaria a casa das crianças no dia 6 de Dezembro para lhes deixar presentes.

 

Mais tarde, as duas figuras foram associadas, embora apenas no século XIX é que tenha surgido uma imagem definida do Pai Natal. O norte-americano Clement Moore escreveu um poema em 1822 intitulado «Uma Visita de São Nicolau» em que descrevia em pormenor a figura e, desde então, tem sido essa a imagem utilizada: um velhote gordinho e alegre, que se desloca num trenó puxado por oito renas e entra em casa pela chaminé.

 

Um aspecto curioso da figura é que a cor definitiva dos trajes do Pai Natal é bastante mais recente do que se imagina e tem uma origem pouco ortodoxa. Nos anos 30 do século XX, a Coca-Cola contratou um publicitário para criar a imagem da marca para a campanha de Inverno. Deste modo, as cores da empresa ficaram associadas para sempre à figura do Pai Natal, o encarnado e o branco.

 

Os presentes de Natal já se tornaram um ritual obrigatório. E embora sejam apontados motivos religiosos para a oferta de prendas, ela tem raízes mais antigas. Em Dezembro, estando já passada a primeira metade dos rigores do Inverno, a celebração era pontuada por um grande consumo de alimentos. Como cada agricultor tinha uma especialidade própria, surgiu a tradição de trocar produtos, de forma a que todos pudessem consumir alguma variedade. Os romanos reforçaram este hábito, aumentando o volume e valor das ofertas. Mais tarde, os cristãos adoptaram este costume, simbolizando a oferta de presentes o altruísmo do ideal católico, patente nos presentes trazidos pelos Reis Magos ao Menino Jesus.

 

O presépio de Natal é uma tradição antiga, surgiu no século XIII, e ainda hoje se cumpre na maior parte dos lares. As primeiras imagens que representam a Natividade foram criadas em mosaicos no interior das igrejas e templos, remontando ao século VI. São Francisco começou a divulgar a ideia de criar figuras em barro que representassem o ambiente do nascimento de Jesus. O primeiro presépio foi construído por São Francisco, em 1224, tendo sido celebrada uma missa que foi descrita como tendo um ambiente verdadeiramente divino. A partir dessa altura, a ideia foi-se propagando para os conventos e casas nobres, onde as representações se tornavam cada vez mais luxuosas.

 

Os cartões de Natal são outro dos aspectos importantes da quadra natalícia e foram criados há relativamente pouco tempo. Foi um inglês, Henry Cole, que foi responsável pela criação desta forma original de enviar votos de boas festas pelo correio. A inovação surgiu devido à substancial redução que os custos do envio de correio sofreram em meados do século XIX. Desta forma, era acessível a todos o envio das felicitações. Embora a tradição religiosa tivesse demorado algum tempo a habituar-se a este costume, ele é bastante popular hoje em dia.

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